Seja sempre você mesmo, mais tente julgar menos, analisar menos, amar mais, doar-se por completo por uma causa que você acha justa, fale com quem você tem que falar, desabafe com seus amigos, mais não seja chato, chore todas as lagrimas que você acha que pode ter, mais guarde algumas, pois você vai precisar delas. Peça folga no trabalho, viaje com sua consciência, dê um trato no seu bem estar, ouça o que seu coração tem a dizer, não guarde magoas, quem fica doente é só você. Faça de conta que seu coração é um músculo que precisa ser exercitado, se você não faz os exercícios certos ele um dia vai definhar, tome bastante conhecimento e se for necessário engula com um pouco de auto-estima, tenho certeza que ajuda. Faça sua parte e cobre menos.
abril 29, 2009
Sempre viver com intensidade, esse é o melhor remédio de todos. Sentir o vento tocar o seu rosto, sempre com a mesma suavidade, com carinho, ou mesmo sentir que você é amado. Mais nem sempre tudo é assim, muitas vezes poucas palavras podem ser a causa de grandes furacões, pois uma pessoa sem teto consegue construir um novo, mais uma pessoa sem palavras, jamais chegará a lugar algum. Viva sim, sempre pelo seu melhor, mais nuca fira quem te da valor.
abril 29, 2009
É na redundância do amar e ser amado que se converte a nossa sabedoria mais profunda. aquela que se vê no olhar, no gesto, nas curvas, é a sede que se tem ao tocar a brasa do coração, nos passos do passado futuro presente, na inquietude do vento com o seu brincar de viajar, na ponta do lápis que risca os sonhos da alma, é na fantasia de viver que o amor é fabricado.
abril 28, 2009
Estou cansado hoje, sinto que minha maquiagem foi borrada, que minha mascara se rendeu a luz da lua, que já não consigo mais fingir, que já não consigo mais sentir, me falta ar ao pensar que não consigo mais te amar.
abril 28, 2009
Posted by Gustavo Ribeiro under Licítos | Tags: acordar, beijos, falta, poemas, vontade |
Leave a Comment
Aguardo contando os dias um amanhar que ao brilhar vai fazer no meu coração um amor eterno brotar, vejo as nuvens distantes e imagino você voltar e fazer em mim acordar a vontade que me falta, que me arrasta.
abril 27, 2009
Posted by Gustavo Ribeiro under Sem categoria | Tags: amor, poemas, solidão, sozinho |
Leave a Comment
Vivo sempre sozinho
Contemplando o infinito
De sentidos e palavras
Que se fez ao meu redor
Ouço sempre sozinho
O cantar do meu coração
Que de tanto gargalhar
Esta morrendo em solidão
Sigo sempre sozinho
Um caminho a muito visto
Com pedras a calçar
A estrada que eu sinto